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Lloyd Russell-Moyle's Friends
| January 14, 2009 | 7:48 PM |
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dia a dia
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acho que a vida anda passando a mão em mim
e por falar em sexo
quem anda me comendo
é o tempo
na verdade já faz tempo
mas eu escondia
porque ele me pegava à força
e por trás
um dia resolvi encará-lo de frente e disse:
tempo
se você tem que me comer
que seja com o meu consentimento
e me olhando nos olhos
(sei lá quem é o autor, mas com certeza é alguém esperto)
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| December 7, 2008 | 8:05 PM |
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Obama news
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tinha que compartilhar, já que não vou ter foto da posse...
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| November 11, 2008 | 3:31 PM |
| September 29, 2008 | 12:28 AM |
| September 27, 2008 | 9:49 PM |
| September 27, 2008 | 9:30 PM |
| August 23, 2008 | 10:06 PM |
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gastronomia chic
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"Hum, que delícia esse suco de melão peruano com chuchu filipino!"
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| August 20, 2008 | 9:21 PM |
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busco: compañer@ para investigación: juventud y elecciones
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Versión en español abajo - English version below
Olá pessoas,
Envio essa mensagem na esperança de encontrar alguém, ou alguém que conheça alguém, de preferência do Cone Sul, mas que pode ser de qualquer um dos cantos do mundo, que seja da área de Ciências Sociais ou campo relacionado.
Estou desenvolvendo um estudo sobre o comparecimento de jovens eleitores nas eleições brasileiras desde 1989, e gostaria muito de aproveitar os dados que estou levantando para fazer um estudo comparativo entre países. Mas, como não me atreveria a falar sobre uma realidade que não vivencio, gostaria de ter como parceiro de pesquisa alguém que fosse nativo ou ao menos morador do país em questão. Se for um jovem estudante, como eu, melhor ainda!
Então, se você conhece alguém ou sabe de quem conheça, gostaria muito que encaminhasse esse e-mail.
Contato: Renata Florentino - tataflorentino@gmail.com - Brasil
Estudo focalizado já feito: http://www.scielo.br/pdf/op/v14n1/08.pdf
____________________________________español___________________________
Hola personas,
Envío ese mensaje en esperanza de encontrar alguien, o alguien que conozca alguien, de preferencia de Cono Sur, pero que puede ser de cualquier uno de los rincones del mundo, que sea del área de Ciencias Sociales o campo relacionado.
Estoy desarrollando un estudio sobre la participación de jóvenes electores en las elecciones brasileñas desde 1989, y gustaría mucho de aprovechar los dados que estoy levantando para hacer un estudio comparativo entre países. Pero, como no me atreveria la hacer referencia a una realidad que no vivo, me gustaría tener como compañero de investigación alguien que fuese nativo o por lo menos habitante del país en cuestión. Se fuere un joven estudiante, como yo, mejor!
Entonces, si usted conoce alguien o sabe de quien conozca, gustaría mucho que encaminase ese correo electrónico.
Contacto: Renata Florentino - tataflorentino@gmail.com - Brasil
Estudio ya hecho: http://www.scielo.br/pdf/op/v14n1/08.pdf
___________________________________english_____________________________
Hello everyone,
I´m sending this message hoping to find someone, or somebody who knows someone, preferentially from South America, but also from everywhere in the globe, who is from Social Sciences area or connected field.
I am developing a study on the attendance of young voters in the Brazilian elections since 1989, and I would like to reuse the data that I am raising to make a comparative study between countries. But, as I would not dare to speak on a reality that I have not live deeply, I would like to have as a research partner somebody who is native or is at least living in the country in question. If s/he is a young grad student, as I am, even better!
So, if you know somebody or know someone who does, I would appreciate if you could forward this message to him/her.
Contact: Renata Florentino - tataflorentino@gmail.com - Brazil
Research already done: http://www.scielo.br/pdf/op/v14n1/08.pdf
skype: renataflorentino
http://projects.takingitglobal.org/emput
22/9 - um dia sem carros (com pernas, bike e transporte coletivo)
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para mudar o mundo
About this category: Environment
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Pergunta:Mas isso não é pouco?
Resposta: É um começo.
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invenções humanas
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"É uma invenção muito bem inventadinha, o amor. É a coisa mais bonita que inventaram para dar sentido à vida!"
Frase dita dia 24 de maio de 2008 por Marieta Severo: 62 anos, publicamente traída inúmeras vezes, divorciada, novamente casada, atriz, idealizadora e dona de um teatro.
Sabe das coisas essa mulher...
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pum livre de carbono
About this category: Environment
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Quer soltar pum sem ameaçar o meio ambiente ou contribuir para o efeito estufa?
Pergunte-me como!
Puns carbon free!
Um serviço exclusivo ;)
Torne-se responsável pela sua parte na emissão de gases no planeta.
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| August 26, 2007 | 12:19 PM |
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outra academia é possível :)
About this category: Health
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CARTA DO RIO DE JANEIRO
PELOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS
PELA EQÜIDADE DE GÊNERO E EM DEFESA DO ESTADO LAICO
Nós, pesquisadores, docentes, estudantes, gestores e profissionais, participantes do Seminário "Saúde, Direitos Sexuais e Reprodutivos: subsídios para as políticas públicas", realizado no Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 2007, manifestamos nosso apoio às políticas públicas e ações em defesa dos direitos sexuais e reprodutivos no Brasil. Reconhecemos a necessidade de formular e implementar políticas de saúde que assegurem o marco constitucional da pluralidade moral, da laicidade e da eqüidade no campo dos direitos sexuais e reprodutivos.
Nossa posição fundamenta-se em resultados de pesquisas científicas de grupos de pesquisa e instituições de ensino superior do País, que mostram como a ineqüidade de acesso aos métodos contraceptivos e a ilegalidade do aborto trazem conseqüências nefastas para a saúde física e mental das mulheres, além de ser uma grave infração de direitos humanos. Reflete ainda a experiência de participação ativa em comissões técnicas de formulação e monitoramento de políticas públicas em associações científicas e instâncias de participação social pela defesa da saúde, dos direitos sexuais e reprodutivos.
Esse posicionamento se apóia em princípios definidos na Constituição Brasileira, na Lei do Planejamento Familiar e em Convenções Internacionais, tais como a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (Cairo, 1994), a IV Conferência Internacional de Mulheres (Beijing, 1995), a Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (ONU, 1979), a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher (Belém do Pará, 1994), das quais o Brasil é signatário.
O debate amplo na sociedade brasileira é reflexo de uma discussão reavivada pela 1ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (2004) e pela apresentação no Congresso Nacional de projeto de lei de revisão da legislação de aborto pela Ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (2005). Nos últimos meses, somaram-se as declarações do Ministro da Saúde José Gomes Temporão, instando a sociedade brasileira a discutir o tema do aborto como um problema de saúde pública.
O Programa Nacional de Planejamento Familiar
Consideramos oportuno o lançamento do Programa Nacional de Planejamento Familiar pelo Governo Federal no dia 28 de maio de 2007, cujo objetivo é garantir direitos iguais de constituição ou limitação da prole pela mulher, pelo homem ou pelo casal. O Sistema Único de Saúde deve oferecer todos os métodos reversíveis aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para regulação da fecundidade, bem como assegurar o acesso à laqueadura e à vasectomia, permitindo que os homens também participem do planejamento reprodutivo. Deve ainda ser assegurado o tratamento da infertilidade a homens e mulheres que assim o necessitem.
As desigualdades sociais são grandes no País. Os grupos mais pobres dependem do Estado para ter acesso aos métodos de regulação da fecundidade para o livre exercício da sexualidade. A última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS/1996) mostrou que, nos cinco anos anteriores à sua realização, aproximadamente 50% dos nascimentos não foram planejados. Outras pesquisas comprovam a alta incidência de gravidez indesejada entre adolescentes e adultas jovens no Brasil. Gravidezes não previstas, muitas vezes, resultam na prática do aborto inseguro.
Aborto: um problema de saúde pública
O aborto é um grave problema de saúde pública. A estimativa é que se realizem um milhão de abortos em condições inseguras anualmente no Brasil. É a quarta causa de morte materna no país, sendo a curetagem pós-aborto o segundo procedimento obstétrico mais realizado na rede pública. As políticas públicas devem garantir o acesso a contraceptivos seguros e reversíveis, à contracepção de emergência e à prevenção de DST/Aids, além de promover ações intersetoriais contra a violência de gênero. Essas ações devem ser implementadas em conjunto com a descriminalizaçã o e legalização do aborto no País.
Consideramos que não há como assegurar a promoção dos direitos sexuais e reprodutivos sem o acesso ao aborto legal e seguro. A atual lei de aborto é fonte de opressão e desigualdade social ao ignorar que são as mulheres jovens, negras e pobres as mais vulnerabilizadas pela proibição do aborto. Na ausência dos cuidados dos serviços de saúde do Estado, essas mulheres abortam em condições inseguras, com profissionais não qualificados e sem os padrões sanitários requeridos. A experiência internacional mostra que, nos países onde o aborto é legalizado, os danos à saúde são mínimos.
Estado laico, SUS e direito ao aborto
O Estado brasileiro é laico. Isso significa que o Estado reconhece a diversidade de credos da população, mas fundamenta suas ações e políticas em uma posição de neutralidade moral, de defesa da justiça e dos princípios constitucionais. Uma política de saúde que contemple o tema do aborto como uma questão de saúde pública e que respeite o pluralismo moral da sociedade brasileira pressupõe o reconhecimento de que a decisão pelo aborto é matéria de ética privada. Nenhuma mulher realizará um aborto contra sua vontade, assim como nenhuma mulher deve ser impedida de abortar se esta for sua decisão.
Defendemos os princípios da universalidade, integralidade e eqüidade da atenção à saúde, o que só pode ser assegurado pelo fortalecimento do Sistema Único de Saúde em um marco constitucional de respeito e proteção aos direitos humanos. Entendemos que para garantir os princípios constitucionais da autonomia da vontade, da dignidade da pessoa humana e da liberdade de pensamento, é preciso reconhecer que o direito ao aborto é condição para um Estado verdadeiramente justo e democrático.
Rio de Janeiro , 24 de agosto de 2007
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| August 25, 2007 | 9:07 AM |
| August 13, 2007 | 8:13 PM |
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